«Estes sentimentos ambivalentes de proteção e vergonha, solidariedade e desprezo são tão normais como difíceis de lidar. Por isso, é importante olhar para estas crianças e apoiá-las nas suas dificuldades, ajudando-as a aceitar e a processar as suas emoções. O papel dos pais é “fundamental”, porque podem “intensificar os aspetos positivos e relativizar os negativos”. (…)»

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